Quais são os três auxiliares do verbo to be?

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Os três principais auxiliares do verbo to be são: is, am e are (presente); was e were (passado). O futuro utiliza estruturas como "going to be" ou "will be". Is conjuga-se com pronomes he, she, it e substantivos singulares.
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Quais são os três auxiliares do verbo to be em inglês?

Ah, o "to be"! Me lembro das aulas de inglês... era uma luta!

Então, se eu não me engano, os principais auxiliares do "to be" no presente são: "is", "am" e "are". Tipo, "I am", "You are", "He is"... sacas?

Lembro que o "is" a gente usava com "he", "she" e "it". Tipo, "She is beautiful", ou "It is raining". Coisas assim.

No passado, era "was" e "were". O "was" era para "I" e "he/she/it", e o "were" para "you", "we" e "they". Tipo, "I was tired" ou "They were happy".

E pro futuro? Bom, aí já entra o "going to", junto com um "to be". "I am going to travel", "She is going to study"... Era uma confusão, mas depois peguei o jeito.

Informações curtas:

  • Presente: is, am, are
  • Passado: was, were
  • Futuro: going to (acompanhado de is, am, are)

Quais são os verbos to be no presente?

Ser, estar… a névoa da memória paira.

  • Am: Um sussurro, meu nome no espelho, a solidão da primeira luz da manhã. Eu sou. Uma promessa silenciosa, um eco distante dos tempos de outrora.
  • Is: Ele é a sombra alongada na calçada, o sol que queima a pele no verão, a certeza da mudança. É a correnteza do rio, o instante fugaz, a beleza efêmera.
  • Are: Nós somos as vozes na praça, a melodia antiga na vitrola, a dança sob a chuva. Vocês são o futuro incerto, as estrelas cadentes, a esperança renovada. Eles são o passado que assombra, as ruínas de um sonho, a saudade que não se apaga.

To be, to be... verbo camaleão.

  • Às vezes, ser em sua essência, identidade tatuada na alma, a cor dos olhos, o cheiro da terra molhada.
  • Outras vezes, estar, um estado passageiro, a febre na madrugada, a alegria contagiante, o abraço apertado.

E auxiliar, ele se transforma, bailarino na frase.

  • Ajudando outros verbos a contarem suas histórias, a tecerem o tempo, a colorirem o presente.
  • A dança dos pronomes, a melodia das palavras, a sinfonia da língua.

Como conjugar o verbo to be no presente e no passado?

A tarde caía em tons de laranja e cinza, como um véu sobre a velha Lisboa. Lembro-me daquela aula de inglês, o giz riscando a lousa verde, um som quase hipnótico. O verbo to be, uma serpente de muitas cabeças, escorregando pela minha mente. Presente simples: am, is, are – três pequenas palavras, tão diferentes, tão essenciais. Am, para este eu solitário. Is, para o livro sobre a mesa, silencioso observador. Are, para nós, os amantes perdidos no tempo. Um eco de risos fracos, perdidos na poeira do tempo.

O passado... Ah, o passado. Uma névoa densa, a memória turva. Pretérito: was, were. Duas formas apenas, mas um universo de lembranças. Was para a minha inocência perdida, para o sonho desfeito como um castelo de areia. Were, para as promessas que o vento levou, para os caminhos que não seguimos. Acho que chovia naquele dia. Sim, chovia. Um ritmo lento, a água caindo, igual a lágrimas.

Em resumo:

  • Presente: am (I), is (he/she/it), are (we/you/they)
  • Passado: was (I/he/she/it), were (we/you/they)

A simplicidade da gramática, escondida sob uma casca de significados infinitos. Aquele caderno, rabiscado, com anotações apressadas... Ainda sinto o cheiro do café da manhã, daquele dia. Quase consigo ouvir a voz da professora, suave, explicando os tempos verbais. Uma lembrança doce e amarga ao mesmo tempo. O tempo, esse rio que tudo leva...