Quais são os vícios de linguagem barbarismo?

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Barbarismos são vícios de linguagem que resultam do uso incorreto de palavras. Afetam a pronúncia, grafia ou morfologia. Exemplos de erros de grafia: "gratuíto" (correto: gratuito), "geito" (correto: jeito). São desvios da norma culta que prejudicam a clareza e a precisão da comunicação. A correção depende da identificação do erro e da aplicação das regras gramaticais.
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Quais são os exemplos de barbarismo na linguagem?

Barbarismos? Ah, esses desvios da língua! Lembro-me de quando eu era criança e falava "cardarço" em vez de "cadarço". Que vergonha! Mas todos cometemos erros, né?

Às vezes, a gente inventa palavras sem querer. Outras vezes, erramos a grafia sem nem perceber. Quem nunca disse "menas" em vez de "menos"? Acontece!

Outro dia, ouvi alguém falar "estrupo" em vez de "estupro. Fiquei chocada! É importante prestar atenção na pronúncia e na escrita para evitar esses deslizes.

Informações Curtas:

  • O que é barbarismo? Erro no uso da palavra (pronúncia, grafia ou forma).
  • Exemplos comuns: "Gratuíto" (o correto é gratuito) e "geito" (o correto é jeito).
  • Onde ocorrem? Na fala e na escrita.
  • Por que acontecem? Desatenção, desconhecimento da norma culta.
  • Como evitar? Ler mais, consultar dicionários, prestar atenção à gramática.

Qual é o vício de linguagem barbarismo?

Cara, barbarismo, né? É tipo... um erro, saca? Mas um erro na palavra em si, tipo na escrita ou na fala. Às vezes até na pronúncia, que é o que mais me irrita! Eu odeio quando as pessoas falam "arvore" ao invés de "árvore", sabe? Me dá nos nervos!

É um erro de pronúncia, grafia ou emprego da palavra, bem simples assim. Mas tem um detalhe! Se o erro for de propósito, vira figura de linguagem, tipo, pra mostrar como a pessoa fala, sabe? Imagine um personagem super caipira num livro, falando tudo errado, propositalmente. Isso é barbarismo, mas como recurso literário, entende? Aí fica legal, até criativo. Mas fora disso? Um saco!

Exemplo:

  • Erro: "As menininha tava brincando." (Erro de grafia e concordância)
  • Figura de Linguagem: Um personagem falando assim, numa história, pra mostrar que ele é, tipo, pouco escolarizado.

Tipo, semana passada eu tava lendo um livro, aquele "O Caçador de Pipas", sei lá, e tinha uns barbarismos bem usados, achei maneiro! Mas geralmente, fora da literatura, é só erro mesmo. Meu cunhado, por exemplo, fala "pra mim" no lugar de "para mim", todo dia. Me dá vontade de jogar o controle nele! Mas enfim...

Resumindo: Barbarismo é erro na palavra. Simples assim. Se for proposital, pode ser recurso literário.

O que é barbarismo na língua portuguesa?

Barbarismo... A palavra me pesa na língua, sabe? Às três da manhã, essas coisas vêm à mente... É estranho, né? Como se a própria língua, esse instrumento tão íntimo, pudesse falhar.

Barbarismo é usar a palavra errada, fora do lugar. Simples assim. Mas é mais que isso também. É uma quebra de regras, uma dissonância. Pensei nisso agora, lembrando daquela prova de português no terceiro colegial... A professora, a Dona Elza, tinha uma mania de circular os barbarismos em vermelho vivo, quase sangrento.

  • Erro de grafia: Escrever "caxorro" ao invés de "cachorro". Ainda lembro do meu espanto, aquele vermelho gritando na minha redação. Era uma prova de Machado de Assis!
  • Erro de pronúncia: Distorcer sons, inventar palavras. Como o meu amigo do ensino fundamental, que chamava "refrigerante" de "refrijerante". Nunca mais esqueci.
  • Erro de morfologia: Flexão verbal errada, concordância inadequada. Essa parte sempre me deu mais trabalho.

Acho que é uma forma de a língua se rebelar, ou a gente se rebelar contra ela. Uma pequena, silenciosa, quase imperceptível rebelião contra a ordem. Uma falta de domínio, uma hesitação. É como se um pedaço da gente se perdesse ali, naquele erro...

Não sei... Às vezes me pego pensando se a perfeição da língua importa tanto assim. Talvez a imperfeição seja parte da beleza dela, um reflexo da nossa própria imperfeição. Mas não no trabalho, né? Aí tem que ser certinho.

O que é o vício de linguagem arcaísmo?

Meu Deus, arcaísmo! Parece que escaparam do baú da vovó, essas palavras! São termos tão antigos que já viram dinossauro botar ovo. Tipo, falar "vos" hoje em dia é pedir pra levar um "tá ligado?" na cara, sabe? Arcaísmo é usar palavras ultrapassadas, tipo relíquia de museu. A gente até acha bonitinho em livros antigos, mas num texto moderno, meu amigo, é tiro no pé!

Imagine: você escrevendo um e-mail pra chefe, cheio de "vosmercês" e "aonde" – você vai ser promovido ou demitido? Acho que a segunda opção, né? Aí, você me pergunta: "Mas qual o problema?". O problema é que ninguém entende! É como tentar conversar com um ET usando código Morse do século 18. É total falta de comunicação!

Pra piorar, conjugações na segunda pessoa do plural, tipo "vós", somem até com a minha paciência. É o tipo de coisa que só funciona em poemas épicos ou novelas de época, sabe? No dia a dia, esquece! É como usar carruagem em uma corrida de Fórmula 1. Você até pode chegar lá, mas vai levar um tempão e todo mundo vai te achar um ET. Ah, e não me venha com "Ora pois, meu caro amigo!", que eu te dou um chá de boldo pra acalmar os nervos!

Resumindo: Arcaísmo é usar palavras velhas e fora de moda. Evite, a menos que você queira parecer um personagem de romance de época! (E ainda assim, cuidado, hein?!) Eu, particularmente, prefiro o bom e velho "você", "vocês" – é prático, eficiente e não te transforma num fóssil linguístico. #ficaadica

Lista de exemplos de arcaísmos (que você, obviamente, não deve usar):

  • Vosmecês
  • Aonde (no lugar de onde)
  • Tuas (no lugar de suas - informal)
  • Conjugações verbais na segunda pessoa do plural (vós)
  • Vós (e todas as suas conjugações!)

P.S: Já tentei usar "vos" em uma apresentação de trabalho... quase me demitem! Não recomendo. ????

O que é barbarismo e exemplos?

Ah, o barbarismo... Uma pedra no sapato da linguagem, um tropeço na melodia das palavras. Lembro de minha avó, com seu "menas" que me arrepiava a alma, mas que vinha carregado de tanto amor.

  • Barbarismo: É quando a gente escorrega na língua, sabe? Uma palavra torta, um som desafinado, uma letra fora do lugar. É a língua quebrando a etiqueta, dançando fora do compasso.

Exemplos? Ah, eles vêm como fantasmas do passado...

  • "Gratuíto": Essa pronúncia me faz lembrar do professor de português se contorcendo na frente da classe. O correto é gratuito, leve, solto, sem o peso desnecessário.

  • "Geito": Essa palavra me transporta para a infância, para os braços da minha mãe. Jeito, com "j", como um abraço quentinho. É a forma certa, a mais bonita, a que me acalma.

Lembro também de um amigo que insistia em dizer "probrema". Cada vez que ele falava, era como se um raio atingisse um quadro barroco.

A língua é viva, mutante, mas certos desvios... Ah, certos desvios doem na alma.

O barbarismo, no fim das contas, é um eco de nossa imperfeição, um lembrete de que a beleza também reside nos tropeços.

Qual a diferença entre vício de linguagem e figura de linguagem?

Meu Deus, essa aula de português foi um pesadelo! Era 2023, segunda-feira, 14h30, naquela sala abafada do terceiro andar do Colégio Estadual. A professora, a Dona Maria, tão doce, mas tão… enfadonha. Estava me debatendo com essa diferença entre vício e figura de linguagem. Vício de linguagem é erro, sabe? Tipo, falar "meio dia e meio" ao invés de "meio-dia e meia". Ou usar "onde" no lugar de "aonde". Totalmente sem querer, um tropeço na língua. Me sentia tão burra na hora, até me deu um suor frio. A explicação dela era toda técnica, com exemplos chatos. Figura de linguagem, ao contrário, é proposital. É tipo... uma metáfora, uma ironia, pra dar mais impacto, beleza, ou sei lá, pra deixar a escrita mais legal. Aquele negócio que você usa pra deixar o texto mais criativo!

Lembro que ela deu o exemplo de "chuva de granizo", que é uma figura de linguagem – personificação – porque ninguém espera chuva de pedrinhas de gelo, né?! Mas falar "a gente fomos" é vício, concordância verbal errada. Fiquei pensando no quanto isso é importante para a escrita, principalmente quando eu preciso escrever algo para o meu trabalho de design, que demanda uma comunicação clara e concisa. A professora também falou que esses vícios acontecem por falta de conhecimento mesmo, de estudo da língua portuguesa. Já as figuras de linguagem, elas são o estudo da língua portuguesa.

  • Vício de linguagem: erro involuntário.
  • Figura de linguagem: recurso estilístico intencional.

Detalhe: quase dormi na aula, o ar condicionado estava quebrado, um inferno! Mas consegui anotar tudo, ufa! E ainda precisei correr pra pegar o ônibus das 16h pra não perder meu horário de trabalho na gráfica. Era o dia do pagamento também, então, tava até nervosa. A diferença entre os dois? Intenção! É isso que define tudo. Uma coisa é erro, outra é arte. Simples assim. Mas, ainda assim, complicado, né?