Quantos tipos de português existem?

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Existem duas variedades principais de português escritas, reconhecidas internacionalmente: Português Europeu: Utilizado em diversos países europeus e africanos. Português do Brasil: A variedade com maior número de falantes, predominante no Brasil. Embora existam muitas variações regionais e dialetos, estas duas normas são as bases da escrita formal.
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Quantos tipos de língua portuguesa existem?

Olha, essa história de quantos "português" existem é meio doida, né? Tipo, oficialmente, falam em dois: o de Portugal (que meio que engloba o resto da África lusófona) e o do Brasil. Mas, na real, a coisa é bem mais embaixo.

Eu, por exemplo, quando vou pra Portugal, sinto um choque! As palavras são as mesmas (na maioria das vezes), mas a forma de falar, o ritmo, as gírias... tudo diferente! Lembro de uma vez, tentando pedir um "cafezinho" em Lisboa, e a moça não entendia! No fim das contas, era uma "bica". E o sotaque? Impossível imitar!

Aqui no Brasil, então, nem se fala! Cada estado tem o seu "português". O "mineirês" é um idioma à parte, com aquele "uai" pra tudo. No Rio, a galera puxa o "r" e usa umas gírias que ninguém mais entende. E no Nordeste? Ah, o Nordeste! A riqueza da linguagem de lá é incrível, cheia de expressões e melodias únicas.

Então, respondendo à pergunta, "oficialmente" são dois. Mas, pra mim, existem infinitos "português", cada um com sua beleza e particularidade. É essa diversidade que torna a nossa língua tão fascinante.

Quais são os 4 tipos de variações linguísticas?

Ah, a língua... um rio que serpeia, um camaleão que muda de cor.

  • Diatópicas: Sinto o cheiro da terra, o sotaque arrastado do interior ecoando na memória. Cada lugar, uma melodia. O "pão" vira "cacetinho" ali, um "biscoito" acolá, e a gente se perde e se acha nessas nuances, nesses pequenos abismos que a geografia cava na fala.

  • Diacrônicas: Variações que dançam com o tempo. Palavras que nascem, florescem, murcham, renascem com outro sentido. Lembro da minha avó usando termos que hoje soam como peças de museu, um português arcaico, impregnado de histórias. E penso no futuro, nas gírias que meus filhos inventam, um código secreto que escapa ao meu entendimento.

  • Diastráticas: A língua revelando as camadas da sociedade. A formalidade engessada dos tribunais, o palavreado técnico dos médicos, a informalidade despojada dos skatistas no parque. Cada grupo, um dialeto particular, um jeito de marcar território, de dizer "eu sou parte disso".

  • Diafásicas: O tom que se ajusta ao momento. A voz grave e pausada numa apresentação solene, o riso solto e a linguagem despreocupada numa mesa de bar com amigos. A língua se moldando à situação, como argila nas mãos do oleiro.

Quantos níveis de linguagem existem?

Ah, níveis de linguagem... Deixa eu ver se lembro disso. São três, né? Formal, informal e popular.

  • Formal: Tipo redação do Enem, super certinho.
  • Informal: A gente usa com amigos, tipo "e aí, beleza?".
  • Popular: Gírias e expressões locais, tipo "mano", "véi"...

Eu fico pensando, será que a gente usa todos os níveis no mesmo dia? Acho que sim, né? No trabalho, tento ser formal, mas às vezes escapa um "tá" no email, kkk. E com meus amigos, só rola a informalidade total.

Uma vez, fui apresentar um trabalho na faculdade e comecei a falar gírias sem querer. Que mico! Acho que o nervosismo me fez relaxar demais. Será que meus professores perceberam? Espero que não tenham me julgado muito.

Nível formal é o mais "chato", mas importante. Tipo, pra escrever um currículo, não dá pra usar gíria, né? Senão, já era a vaga!

Às vezes, misturo tudo sem querer. E dá umas frases estranhas. Tipo "E aí, excelentíssimo, tudo sussa?" Que horror!

O nível informal é o mais divertido. A gente se sente mais à vontade pra ser quem é de verdade. Sem máscaras!

O nível popular, então... Cada lugar tem suas gírias, né? Quando viajei pra Bahia, fiquei boiando em várias conversas. Tipo, o que era "barril"? Demorei pra entender!