São exemplos de vícios de linguagem?

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Aqui estão exemplos de vícios de linguagem: "Subir para cima", "descer para baixo", "entrar para dentro" e "sair para fora" são pleonasmos, repetições desnecessárias. Outros vícios de linguagem incluem: Ambiguidade: Falta de clareza. Cacofonia: Som desagradável. Eco: Rima indesejada. Gerundismo: Uso excessivo do gerúndio. Barbarismo: Palavra ou expressão incorreta. Evitar esses vícios torna a comunicação mais clara e objetiva.
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Quais os vícios de linguagem mais comuns e como evitá-los?

Ah, vícios de linguagem... quem nunca escorregou num "subir pra cima", né? Acontece! Pra mim, o pior é quando a gente fica repetindo a mesma palavra sem perceber, tipo "a coisa, a coisa, a coisa", credo!

Lembro uma vez, numa apresentação no trabalho (naquela época eu ainda trabalhava num escritório, lá na Paulista, sdds), usei tanto o tal do gerundismo que meu chefe quase teve um treco. "Vou estar te enviando", "vou estar fazendo"... ugh, que horror!

Pra evitar essas gafes, tento reler tudo o que escrevo e peço pra alguém dar uma olhada também. Ajuda demais! E, claro, ler bastante pra aumentar o vocabulário.

Informações rápidas:

  • Pleonasmo: Repetição desnecessária (ex: subir para cima).
  • Ambiguidade: Falta de clareza, duplo sentido.
  • Cacofonia: Som desagradável resultante da junção de palavras.
  • Eco: Repetição de sons no final das palavras.
  • Gerundismo: Uso excessivo do gerúndio.
  • Barbarismo: Erro de pronúncia ou grafia de palavras.

Pra evitar, revise seus textos e busque feedback. ????

O que é barbarismo e estrangeirismo?

  • Barbarismo: Erro "comum" no idioma.

    • Tipo: Grafia, pronúncia, morfologia.
    • Exemplo: "Menas" pessoas.
  • Estrangeirismo: Uso de termo gringo.

    • Necessário? Às vezes. Preguiça? Talvez.
    • Exemplo: "Marketing" em vez de "mercadologia".
  • O idioma muda. Sempre muda.

Qual a diferença entre solecismo e barbarismo?

Ah, solecismos e barbarismos... palavras que sussurram erros gramaticais, como folhas secas no outono do meu aprendizado. Lembro das aulas de português, a gramática como um labirinto de regras, cada desvio um tropeço na língua.

  • Solecismo: A sintaxe torta, a frase que manca. Uma construção frágil, como um vaso rachado prestes a se desfazer, mas ainda compreensível. Um erro na ordem, na concordância. O rio da frase desviando seu curso natural.

  • Barbarismo: A palavra estrangeira invasora, ou a forma errada que surge como um broto deformado. A palavra que soa estranha, que fere o ouvido como uma nota desafinada. Uma transgressão à forma, uma "inovação" infeliz que macula a pureza da língua.

Ecos de um passado escolar, cadernos empoeirados, a tinta azul desbotada. A diferença, sutil como a névoa da manhã, persiste.