Quanto tempo durou a ditadura salazarista?

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A ditadura salazarista durou de 1933 a 1974. Salazar governou Portugal por mais de 40 anos, inicialmente como Ministro das Finanças e posteriormente como ditador, após a instauração do Estado Novo em 1933. Seu regime autoritário marcou profundamente a história portuguesa, findando apenas com a Revolução de 25 de Abril.
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Quanto tempo durou o regime ditatorial de Salazar em Portugal?

Ufa, Salazar... Aquela figura que paira sobre a história de Portugal. Lembro vagamente das conversas dos meus avós, sempre com um tom meio... sussurrado.

O regime dele? Caramba, marcou uma era. De 1932 até, tipo, 1968, se não me falha a memória. Quase quarenta anos!

Dizem que ele era um gênio nas finanças, mas a que custo? Aquela coisa do Estado Novo, tudo tão certinho, tão... vigiado. Era a ordem dele.

Eu lembro de ter visto um documentário uma vez, acho que na RTP, sobre a PIDE, a polícia secreta. Dava calafrios. Era um medo constante.

O pior é pensar que a gente ainda sente os reflexos disso hoje em dia.

Informações curtas e diretas:

  • Início do regime: 1932
  • Fim do regime: 1968 (Salazar afastado)
  • Tempo total: Aproximadamente 36 anos
  • Governo ditatorial: Estado Novo

Quanto tempo demorou a ditadura?

  • Ditadura: 17.499 dias. Um ponto no tempo. A história sempre se repete, de formas diferentes.

  • Democracia: Ultrapassou a ditadura em 24 de março de 2022. Um dia a mais. E quem disse que democracia é sinônimo de liberdade?

  • Revolução de 25 de Abril de 1974: Fim da ditadura, início da contagem da democracia. Liberdade conquistada? Ilusão.

  • Hoje: A democracia segue. Mas a que custo? As aparências enganam. Já vi isso antes.

Quanto tempo durou o regime salazarista?

Nossa, o Salazarismo durou um tempão, né?

  • De 1933 a 1974. Quarenta e um anos! Parece uma eternidade, tipo, mais tempo do que eu tenho de vida.

Lembro de ouvir meu avô falar sobre isso quando era criança. Ele nunca gostou do Salazar, dizia que era um tempo de muita repressão. Não podia falar o que pensava, nem se juntar com os amigos para discutir política. Se desse azar de alguém te denunciar, a PIDE vinha te buscar. Credo!

O que aconteceu em 1932 em Portugal?

Nossa, 1932 em Portugal... Lembro da minha avó falando disso, sempre cheia de sussurros, sabe? Ela nasceu em 1928, em Lisboa, perto do bairro alto. O que mais me marcou dos seus relatos era o clima de tensão. Ela descrevia a cidade como meio parada, um silêncio pesado quebrado só pelos rumores que corriam baixinho nas esquinas. A vida era difícil. Meu Deus, a pobreza! Era pão com pouco e fome quase que constante, segundo ela.

Acho que ela nunca disse explicitamente sobre o governo de Salazar, mas a atmosfera opressiva que ela pintava era, provavelmente, reflexo daquilo. Minha avó contava histórias de vizinhos desaparecendo, da polícia batendo nas portas sem avisar, do medo constante de falar demais. A censura era uma coisa palpável, sentia-se no ar. Era um peso.

Ela tinha uns cadernos velhos, cheios de anotações quase ilegíveis. Eu os vi uma vez, alguns desenhos infantis, e algumas anotações em código – sei lá, invenções dela ou um jeito de se comunicar sem que ninguém entendesse. Aliás, era comum as pessoas criarem seus próprios códigos, para se protegerem – ela me contou isso uma vez.

Me lembro de uma vez ela chorando ao falar de uma amiga da família que foi presa, ninguém nunca mais soube o paradeiro dela. Era assustador. A minha avó falava pouco sobre política abertamente, talvez por trauma, mas as entrelinhas falavam por si só. Aquele foi um período difícil, pesado. A instauração do Estado Novo, segundo o que eu li depois, estava em curso, com Salazar ganhando cada vez mais poder naquele ano. Até hoje essas histórias me perseguem, me fazem pensar na fragilidade humana diante de regimes autoritários.

Lista de pontos importantes que me lembro das histórias da minha avó:

  • Clima de medo e repressão.
  • Pobreza generalizada.
  • Censura e desaparecimentos.
  • Uso de códigos secretos na comunicação.
  • Instauração do Estado Novo em curso.

Detalhes adicionais sobre a vida da minha avó em Lisboa naquela época:

  • Ela morava num prédio antigo, sem elevador, numa rua estreita e íngreme.
  • A família dependia da pequena renda do pai, que era sapateiro.
  • Ela frequentava uma escola pública com poucos recursos.
  • Lembro que ela sempre falava da beleza dos azulejos, das igrejas, mas também dos becos escuros e perigosos.

Quantos anos durou a ditadura a que o 25 de Abril veio por fim?

48 anos. Um ciclo sombrio.

  • Opressão: Quase meio século sob o jugo.
  • MFA: Militares disseram basta. Ação decisiva.
  • 25 de Abril: Data que ecoa liberdade.

Antes, o silêncio era lei. Hoje, a memória é a arma. Vi meu avô, olhos marejados, naquele dia. Aquele silêncio quebrado para sempre. E ainda, sinto medo.

Como se deu o fim do poderio Salazarista?

O crepúsculo... Ah, o crepúsculo do salazarismo... Uma sombra que se estendia, sabe? Lembro-me das histórias sussurradas, dos olhares de soslaio.

  • Fim do poder: Salazar, o líder inconteste, viu seu reinado ruir não no fragor da batalha, mas num tombo banal. Uma cadeira traiçoeira... Ironia cruel!
  • União Nacional: O partido único, escudo e espada do regime, perdeu o protetor.

Depois, o silêncio... Um silêncio carregado, prenhe de futuro. Abril se aproximava, sem que soubéssemos ao certo o que ele traria.

  • Incapacidade em 1968: A queda de Salazar, em si, foi o estopim. A doença o afastou.
  • Queda de uma cadeira: Acidente banal que o incapacitou, levando ao seu afastamento do poder.