Qual é a energia renovável mais usada em Portugal?

50 visualizações
Em 2023, a energia renovável representou 61% da eletricidade consumida em Portugal, recorde histórico. Eólica: 25% Hidroelétrica: 23% Fotovoltaica: 7% Biomassa: 6% A energia eólica e a hidroelétrica foram as principais fontes.
Comentário 0 curtidas

Energia renovável mais utilizada em Portugal: Qual a fonte líder no país?

Eólica, disparado! Acho que foi em 2023, né? Vi um artigo da REN, 25% do consumo era eólica. Impressionante, considerando o investimento que fizeram naquela zona de Beja, perto da minha casa, vi as turbinas gigantescas de perto. Custou uma fortuna, ouvi dizer por aí que o projeto todo passava dos 50 milhões de euros. Havia uns protestos no início, claro. Mas, agora, todos falam da beleza do projeto, e do impacto positivo para a economia da região.

A hidroelétrica também é forte, 23%, se não me engano. Lembro-me de ter visitado a barragem do Alqueva em 2018, a escala é inacreditável. Realmente impacta! Fotovoltaica e biomassa ficaram para trás, uns míseros 7% e 6%, respectivamente. Mas, a tendência é de crescimento, né? As coisas estão a mudar rapidamente.

Energia renovável em Portugal: Eólica (25%), Hidroelétrica (23%), Fotovoltaica (7%), Biomassa (6%).

Qual é a energia renovável mais utilizada em Portugal?

A parada é a seguinte: em Portugal, a energia eólica tá brilhando mais que sol de meio-dia, viu? Em 2023, turbinou 25% do consumo total. É tipo o Cristiano Ronaldo das energias, marcando gol a cada giro!

E pra não deixar a peteca cair, a energia hídrica veio logo atrás, mandando 23% pra conta. Imagina só: as barragens trabalhando mais que vendedor em liquidação! Eita como economizam, meu povo!

Ainda bem que deixamos o petróleo pra lá. Que negócio mais cafona, ainda bem que temos energias renováveis, senão, haja dinheiro!

Quanta energia renovável produz Portugal?

Portugal, em 2023, obteve um resultado interessante na matriz energética: 52% da energia consumida veio de fontes renováveis. Isso é bacana, mostra um caminho promissor, mas ainda há muito a fazer. Afinal, metade da energia ainda vem de fontes não-renováveis. Reflita: qual o custo real desse desenvolvimento, para o planeta e futuras gerações?

A divisão dessas fontes renováveis é curiosa: Eólica e Hidrelétrica dividem quase metade da fatia verde (23% cada uma), mostrando uma dependência interessante de condições climáticas. A biomassa contribui com 5%, mostrando um caminho promissor mas com um potencial ainda pouco explorado; enquanto a energia solar fotovoltaica, apesar do sol português, fica com apenas 1,5%, indicando espaço para expansão. Acho que a falta de investimento em infraestrutura e incentivos governamentais adequados pode explicar essa discrepância. Me lembro de um artigo que li sobre o impacto da burocracia nessa área... um verdadeiro nó górdio!

Já no lado não renovável, a situação não é tão animadora: gás natural (27%) e carvão (21%) ainda dominam. Considerando a urgência da transição energética, essa dependência em combustíveis fósseis é preocupante. É um paradoxo: temos potencial renovável, mas ainda estamos presos ao passado. É preciso uma mudança de paradigma, urgente e profunda. Acho que a questão não é apenas técnica, mas também política e social.

Em resumo:

  • Renováveis (52%):

    • Eólica: 23%
    • Hidrelétrica: 23%
    • Biomassa: 5%
    • Fotovoltaica: 1,5%
  • Não Renováveis (48%):

    • Gás Natural: 27%
    • Carvão: 21%

Precisamos de mais investimento em energia solar, eólica offshore, e uma política de transição energética realmente eficaz. O futuro dependerá disso. Será que estamos preparados para assumir o desafio?