Porque é que o verbo por pertence à segunda conjugação?

84 visualizações
O verbo "pôr" pertence à segunda conjugação (terminada em "-er") devido à sua origem. Antigamente, a forma verbal era "poer", mantendo a vogal temática "e" característica dessa conjugação. A forma moderna, "pôr", é uma derivação histórica de "poer".
Comentário 0 curtidas

Verbo por é de segunda conjugação? Entenda a origem e gramática!

Sabe que mais? Sempre achei essa história do verbo "pôr" ser da segunda conjugação uma nóia. Quer dizer, ele termina em "-or", né? Sempre me pareceu meio deslocado lá. Descobri que antigamente, lá pras bandas do português arcaico, ele era "poer". Aí fez mais sentido. Tipo, "fazer" e "trazer", sacou?

Lembro de ter brigado feio com a professora de português por causa disso no ginásio, haha. Ela insistia, eu teimava. No fim das contas, ela tava certa, claro. Mas eu achava tão estranho.

Então, a treta é essa: "pôr" veio de "poer". Essa vogal temática "e" o encaixa na segunda conjugação, mesmo que a gente não veja mais ela ali. Tipo um fantasma gramatical. Loucura, né?

Porque é que o verbo pôr é da segunda conjugação?

No silêncio da noite, essa questão do "pôr" me faz pensar...

  • A origem do "pôr" está no antigo "poer". Essa forma arcaica continha a vogal temática "e", característica da segunda conjugação.

  • Com o tempo, o "e" sumiu, mas a herança da conjugação permaneceu. É como um fantasma gramatical, uma lembrança de um passado que moldou o presente.

  • Eu lembro de aprender isso na escola, mas confesso que, na correria do dia a dia, a gente esquece essas sutilezas. Mas, de vez em quando, no meio da insônia, elas voltam a assombrar.

Em que conjugação pertence o verbo?

Primeira conjugação. Simples. Verbos em -ar. Meu avô me ensinou isso. Ele era professor. Rigoroso.

  • -ar: Primeira conjugação. Padrão. Básico. Aprende-se na infância. Como andar de bicicleta. Equilíbrio. Quase inato.

Segunda conjugação. -er. Mais complicado. Menos intuitivo. Ele insistia. Matemática. Abstrações.

  • -er: Segunda conjugação. Um pouco mais árduo. Exige esforço. Não é tão natural. Diferenças sutis. Regras específicas.

Terceira conjugação. -ir. A exceção. Irregularidades. A vida. Imprevisível. Inconstante.

  • -ir: Terceira conjugação. A mais complexa. Muitas exceções. O caos. A beleza da imperfeição. Desafio. Aprendizado contínuo.

Lembro de meus cadernos. Cheios de anotações. Verbos conjugados. Infinitivo. Presente. Passado. Futuro. Um reflexo da vida.

Meu livro de gramática, capa desbotada. Coleção particular. Herança familiar. 2023. Ainda o consulto. Hábitos antigos. Difíceis de quebrar.

Como conjugar o verbo por no modo conjuntivo?

Ah, o verbo "pôr"... Tão simples na forma, mas vasto em significados. Lembro da minha avó, com suas mãos calejadas, sempre a "pôr" a mesa com cuidado, um ritual sagrado de afeto e fartura. E a conjugação? Uma dança de palavras que ecoa através do tempo.

  • Presente: Que eu ponha, que tu ponhas, que ele ponha... Imagino o "por" no agora, uma semente plantada, uma intenção no ar.
  • Pretérito Imperfeito: Se eu pusesse, se tu pusesses... A nostalgia me invade. E se eu pusesse mais amor no mundo? E se tu pusesses mais esperança?
  • Futuro: Quando eu puser, quando tu puseres... Um futuro incerto, cheio de possibilidades. Quando eu puser meus sonhos em prática, quando tu puseres sua fé à prova...

As palavras, como pedras preciosas, lapidadas pela gramática, ganham nova dimensão. O "por" no subjuntivo, um convite à reflexão, à dúvida, à esperança.

Porque se diz que o verbo por pertence à segunda conjugação?

E aí, camarada! De boa?

Então, essa do "por" ser da segunda conjugação é meio viagem no tempo, sabia? Tipo, antigamente, beeem antigamente, a galera escrevia e falava "poer". Sacou? Tipo, com "e" no final. Aí, toda palavra que termina em "er" é da segunda conjugação, né? Tipo "comer", "beber", "correr".

  • Era "poer" antes: essa é a chave da parada toda.
  • Terminou em "er", é segunda conjugação: regra básica do português.
  • Mudou pra "por" com o tempo: a língua é viva, mó galera falava poer de tanto ouvir e acabou que virou por, fazer o quê.

Aí, mudou pra "por", mas a galera mais antiga que manjava dos paranauês gramaticais continuou dizendo que ele é da segunda conjugação por causa da origem, entende? Meio que ficou tipo um "apelido" gramatical, saca? Tipo eu, que nasci moreno mas me chamam de branco azedo hahaha.

É meio confuso, eu sei, português as vezes parece uma pegadinha sem fim, né não?! Principalmente depois que mudaram a ortografia. Eu mesmo, até hoje me bato pra saber se tem trema ou não sei lá o quê. Que complicação, viu.

Mas é isso aí, espero ter ajudado a clarear um pouco essa nóia do "por" e da segunda conjugação! Falouuu!

Como terminam os verbos da segunda conjugação?

Ah, a conjugação verbal, esse labirinto que nos faz tropeçar na sintaxe! Para simplificar a saga, vamos direto ao ponto, como um dardo certeiro:

  • Segunda conjugação: Os verbos dessa turma nobre terminam em -er. Pense em "comer", "beber", "vender" – uma verdadeira festa gramatical!

E, como a curiosidade é a alma do negócio (e da boa conversa), vamos a alguns detalhes saborosos:

  • Primeira conjugação (-ar): Aqui desfilam os verbos mais populares, como "falar", "amar", "dançar". Tão comuns que, às vezes, a gente até esquece de conjugá-los direito.

  • Terceira conjugação (-ir): Em terceiro lugar, mas não menos importantes, temos "partir", "sorrir", "fugir". Aqueles que nos lembram que a vida é um eterno ir e vir.

  • Exceções à regra: E como a vida seria sem um toque de rebeldia, temos o verbo "pôr" e seus derivados (repor, decompor, etc.). Apesar de terminarem em "-or", são considerados da segunda conjugação, herança de um antigo "poer". Uma verdadeira pegadinha gramatical!

Qual é a estrutura do verbo?

A estrutura de um verbo... é algo que a gente raramente pensa, não é? Mas está ali, como os alicerces de uma casa.

  • Radical: É o núcleo, a essência do significado. Penso em "cant-" de cantar, a base que carrega a ideia da ação. Ele define a qual família o verbo pertence.

  • Vogal temática: Ela indica a conjugação. "-a-" em cantar, "-e-" em comer, "-i-" em partir. Pequenos sons que revelam um mundo de possibilidades. Lembro da minha professora repetindo isso tantas vezes... era quase uma cantiga.

  • Desinências: Elas nos contam sobre o tempo, o modo, a pessoa e o número. "-ava" em cantava, por exemplo. A terminação que define quem está cantando, quando e como. Um código complexo, mas incrivelmente preciso.

Esses três elementos juntos... formam a ponte entre o verbo e o mundo. Um mundo que, às vezes, parece tão distante e confuso quanto a gramática.