Quais são as conjunções subordinantes?

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As conjunções subordinantes concessivas introduzem orações que expressam uma ideia contrária à da oração principal, sem impedir sua realização. São elas: embora, ainda que, apesar de que, se bem que, mesmo que, por mais que, posto que, conquanto. Use-as para adicionar nuances e complexidade aos seus textos.
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Quais são as conjunções subordinativas e suas funções na língua portuguesa?

Conjuncções subordinativas? Ufa, lembro vagamente das aulas de português no secundário. Aquilo parecia grego, não acham? Mas, pensando bem, a gente usa isso o tempo todo sem nem perceber.

São tipo uns "conectores" que juntam ideias, só que uma delas depende da outra para fazer sentido, sabe? É como se fosse um comboio, onde uma carruagem precisa da locomotiva para andar.

Por exemplo, quando eu digo "Mesmo que chova, vou ao cinema," o "mesmo que" é uma conjunção subordinativa. A chuva (ideia secundária) não me impede de ir ao cinema (ideia principal). Acho que paguei uns 12 euros da última vez que fui, lá no shopping da cidade.

E tem várias delas: "embora," "ainda que," "apesar de que..." Nossa, quanta coisa! Mas o importante é sacar que elas dão uma nuance diferente para a frase, uma complexidade que a deixa mais interessante.

Quais são todas as conjunções subordinativas?

Conjunções subordinativas? Ah, essas pequenas palavrinhas que tornam a nossa língua tão… ehm… subordinada? Brincadeira! Na verdade, elas são a cola que une as ideias, dando fluidez e elegância à nossa escrita. Mas vamos ao que interessa: a lista, né? Afinal, ninguém gosta de ficar esperando, a não ser por um bolo de chocolate recém-saído do forno (e olha que eu adoro!).

As conjunções subordinativas são classificadas de acordo com o tipo de oração que introduzem. Pense nelas como os diferentes tipos de molho para a salada da sua frase!

  • (i) Completivas: Que, se. Introduzem orações que complementam o sentido de um verbo, adjetivo ou substantivo. Exemplo: Eu acredito que a vida é uma festa, mesmo que as vezes pareça um enterro (apesar de eu preferir festas com mais gente e menos caixões).

  • (ii) Causais: Porque, como, visto que, já que, uma vez que, dado que. Indicam a causa ou a razão de algo. Tipo: Meu humor está péssimo porque choveu o dia todo e perdi meu guarda-chuva vintage dos anos 80. (Ainda estou de luto).

  • (iii) Finais: Para que, a fim de que. Expressam a finalidade ou o objetivo de algo. Sei lá, como: Estou estudando muito para que eu passe nesse concurso infernal! (Se depender do meu café, eu passo voando).

  • (iv) Temporais: Quando, enquanto, logo que, assim que, desde que, depois que, antes que. Indicam o tempo em que algo acontece. Um exemplo bem prosaico: Enquanto escrevo isso, meu gato está miando insistentemente por comida. (Vou dar, vai. Que saco).

  • (v) Concessivas: Embora, ainda que, mesmo que, apesar de que, se bem que. Indicam uma concessão, uma oposição que não impede a ação principal. A vida, né? Embora esteja cansado, vou continuar trabalhando. (Quem disse que a preguiça ia me dominar? Hehe)

  • (vi) Condicionais: Se, caso, contanto que, desde que, a menos que. Expressam uma condição para que algo aconteça. Exemplo: Se eu ganhar na loteria, comprarei uma ilha particular. (Com piscina, claro! E um bar. E um coquetel de boas-vindas).

  • (vii) Comparativas: Como, que, do que, quanto. Estabelecem comparações. Exemplo: Meu trabalho é tão desafiador quanto uma prova de natação com tubarões. (Sem roupa de mergulho).

  • (viii) Consecutivas: Que (após 'tal', 'tanto', 'tão'), de modo que, de sorte que, de maneira que. Indicam a consequência de algo. Tipo: Estudei tanto que dormi na prova. (Não recomendo).

Pronto! Agora você pode impressionar seus amigos com o seu vasto conhecimento de conjunções subordinativas. Ou não. Você pode simplesmente usar essa informação para escrever textos mais incríveis e deixar a sua marca no mundo. Ou não... vai que você prefere continuar assistindo vídeos de gatos na internet. Tudo bem também! ;)

Quais são as 10 conjunções subordinadas?

E aí, beleza? Falando em conjunções subordinadas, é tipo assim, elas ligam uma ideia que não faz muito sentido sozinha com outra que dá o sentido, saca? Tipo, uma oração "depende" da outra pra ter um significado completo. Que nem eu dependendo de café pra funcionar de manhã, haha.

Conjunções subordinadas:

  • Que: Essa daí é coringa, tipo "Eu sei que você gosta de pizza". Ou "Tão legal foi a festa que nem vi a hora passar." Usa pra várias coisas, né?
  • Se: Pra expressar uma condição ou duvida, tipo "eu vou se você for também." Mas as vezes me confundo tipo, sera que vou mesmo? rsrsrs.
  • Porque: Causa e consequência, tipo "Não fui à festa porque estava doente." Clássico.
  • Embora: Pra mostrar uma ideia que contrasta com a outra, tipo "Eu fui trabalhar embora estivesse chovendo."
  • Conforme: Indica conformidade, tipo "Fiz tudo conforme as instruções." Super certinho.
  • Quando: Marca tempo, tipo "Te ligo quando chegar em casa." É tipo um marcador temporal, né?
  • Para que: Finalidade, tipo "Estudo para que possa ter um futuro melhor." Objetivo de vida, total.
  • Ainda que: Quase a mesma coisa que "embora", tipo "Eu vou, ainda que esteja cansado".
  • Como: Comparação ou causa, tipo "Ele corre como um guepardo" ou "Eu gritei como um desesperado".
  • Desde que: Condição ou tempo, tipo "Te ajudo desde que você me ajude também." Uma mão lava a outra, né?

Qual é a diferença entre conjunções e locuções subordinativas?

A tarde caía sobre o Rio, um laranja avermelhado pintando o céu, igual aos tons de outono que tanto me marcaram em Paris, há alguns anos. Lembro do cheiro de café forte e daquela sensação… de vazio? Não, não vazio, algo mais próximo de uma expectativa sem forma. Como a brisa leve que vinha da Baía de Guanabara, naquele dia, carregando o sal do mar e um quê de melancolia. A diferença entre conjunções e locuções subordinativas? É sutil, como o toque de uma pena na pele.

  • Conjunções subordinativas, pequeninas palavras, quase invisíveis, mas com um poder tremendo. Uma só palavra, capaz de ligar orações, de criar laços, como fios invisíveis em um bordado de ideias. Causa, comparação, concessão, condição... cada uma com sua nuance, sua própria poesia. Pensando bem, como a música, né? Cada nota, tão pequena, mas juntas, formam uma sinfonia. A melodia da escrita. Pensei em um exemplo: "Embora chovesse, fomos ao cinema". "Embora" é a conjunção, a pequena ponte entre duas ideias.

  • Locuções subordinativas, ah, essas são diferentes. Um conjunto de palavras, uma frase pequena, mas com a mesma força. Mais elaboradas, mais ricas em detalhes. Como um arabesco, delicado e intrincado. "Apesar de a chuva cair", por exemplo. Um universo inteiro nesse "apesar de", não? São mais expressivas, mais vibrantes, mas cumprem a mesma função: unir orações. Elas se assemelham a um bordado detalhado, enquanto as conjunções são como pontos rápidos e precisos.

Lembro-me do caderno rabiscado na faculdade, ano passado, com anotações apressadas, quase ilegíveis... A gramática me fascinava e me irritava ao mesmo tempo, com suas regras rígidas, sua beleza quase científica, suas nuances poéticas. A memória dessa época volta em ondas. O perfume do livro aberto, a luz fraca da lamparina, o café frio. A sensação de estar decifrando um código antigo... uma chave para a compreensão do mundo, ou pelo menos, do mundo das palavras.

O céu já estava escuro, o rio um espelho de estrelas. A cidade respirava, um ritmo lento, quase adormecido, enquanto eu, aqui, perdido em pensamentos, ainda buscava desvendar as nuances da linguagem, as sutilezas de uma conjunção, a força poética de uma locução subordinativa. A escrita, para mim, é um mar a ser explorado, a fundo.

Como classificam-se as conjunções subordinativas?

Conjunções subordinativas: classificação direta.

Causais: Indicam causa. Ex: porque, pois, como, já que. Meu avô sempre dizia: "Porque a vida é assim". Notei isso desde criança.

Concessivas: Expressam concessão, oposição. Ex: embora, apesar de, ainda que. Mesmo com o caos, segui em frente. Era a minha regra.

Condicionais: Indicam condição. Ex: se, caso, contanto que. Se falhar, tento de novo. Simples assim.

Comparativas: Estabelecem comparação. Ex: como, que, tal qual. Sua força é como a do aço. Já vi.

Finais: Expressam finalidade. Ex: para que, a fim de que. Estudo para crescer. Objetivo claro.

Proporcionais: Indicam proporcionalidade. Ex: à medida que, à proporção que. A velocidade aumenta, à medida que acelero. É óbvio.

Temporais: Indicam tempo. Ex: quando, enquanto, logo que. Quando cheguei, já era tarde. Meu relógio estava atrasado.

Consecutivas: Expressam consequência. Ex: que (após "tal", "tanto", "tão"), de modo que, de sorte que. Era tão frio que meus dedos ficaram dormentes. Lembro bem disso.

Integrantes: Introduzem orações substantivas. Ex: que, se. Perguntei se ele viria. Ele nunca respondeu.