Quais são os três vícios de linguagem mais comuns?

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Os três vícios de linguagem mais comuns são: Pleonasmo: Repetição de ideias redundantes. Barbarismo: Erros na pronúncia, escrita ou flexão das palavras. Solecismo: Erros na sintaxe, afetando a estrutura da frase. Embora existam outros, esses vícios de linguagem são os que mais aparecem no dia a dia da língua portuguesa. Fique atento para evitá-los!
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Quais são os 3 vícios de linguagem mais comuns?

Nossa, vícios de linguagem… sempre me irritam! Lembro de uma professora do colégio, lá em 2005, em Santos, que vivia corrigindo nossos "pleonasmos". Ela ficava vermelha, quase explodindo, quando a gente dizia "subir para cima" ou "descer para baixo". Ainda hoje me pego usando alguns, sabe? É um vício difícil de largar!

Barbarismo... isso me lembra um amigo que falava "menas" no lugar de "menos". A gente até ria, mas dava uma certa vergonha alheia, principalmente quando ele falava com professores. Acho que é um erro bem comum, principalmente na fala, né?

Solecismo… ah, os solecismos! Já me vi completamente perdida tentando entender uma frase com a sintaxe toda torta. É como tentar montar um quebra-cabeça com peças faltando, frustrante! Na faculdade, em 2012, numa prova de português, lembro de um colega que fez um solecismo tão feio que a professora quase teve um ataque. A nota dele despencou!

Informações curtas:

  • Pleonasmo: Repetição desnecessária de ideias (ex: subir para cima).
  • Barbarismo: Erro de pronúncia, grafia ou flexão (ex: "menas").
  • Solecismo: Erro de sintaxe na construção da frase.

Como identificar solecismo?

Lembro que no dia 23 de julho de 2024, estava numa reunião online com a equipe da agência. Era umas 15h, e eu já estava meio zonzo de tanto trabalho. A gente tava discutindo a nova campanha daquela marca de cosméticos, sabe? Aí, um dos estagiários, o João, soltou um "Eu vi ele ontem no shopping". Na hora, meu cérebro travou. Vi um solecismo na cara dura! Eu quase gritei, mas me contive, é claro.

Meu pensamento foi: "Meu Deus, ele usou 'vi ele'! O correto é 'vi-o' !". Senti uma pontada de frustração, sabe? Aquela coisa de professor chato querendo corrigir todo mundo. Mas depois pensei: "Preciso ajudar esse cara, faz parte do aprendizado". Me senti meio professor mesmo, e tive a sensação de que ia ter que dar uma aula improvisada. Pensei em como abordar o assunto sem parecer um chato, sem criar constrangimento. Afinal, ele é estagiário.

Identificar solecismo é, para mim, perceber o desvio da norma culta, em geral na sintaxe. É como detectar uma nota desafinada numa melodia. No caso do João, o erro estava na regência verbal – aquele "vi ele" ao invés de "vi-o". Simplesmente não estava gramaticalmente correto. A gente usa tanto em conversas informais, que passa batido às vezes. Eu até pensei em fazer uma lista de exemplos comuns pra mostrar para a equipe depois, sabe? Coisas como "assistir a", "chegar em", etc. Afinal, todos nós cometemos esses deslizes no dia a dia.

Depois da reunião, mandei uma mensagem para o João, mais informal, com alguns exemplos, pra ele não se sentir mal. Afinal, errar é humano. Mas, no fim das contas, identificar o solecismo foi fácil: basta prestar atenção à estrutura gramatical da frase. E, nesse caso específico, eu senti a aflição de ter que corrigir alguém. Ainda mais um estagiário, né? Mas precisava ser feito. Principalmente para ele aprender. Mas também para me manter fiel a minha própria forma de trabalhar.

Como identificar barbarismo?

Me peguei pensando nisso agora, quase três da manhã. Barbarismo... a palavra ecoa na cabeça, sabe? Uma coisa tão... simples, e ao mesmo tempo tão complexa.

Identificar barbarismo é, na prática, identificar desvios da norma culta. É um negócio chato, confesso. Às vezes, parece que a própria língua está em constante mutação, sabe? Difícil traçar uma linha definitiva.

  • Fônico: Tipo, pronunciar "ábside" errado. A gente escuta tanta coisa... Meu avô, por exemplo, falava "pôde" como se fosse "pode". Sempre me incomodou um pouco, mas era ele. Era o jeito dele.

  • Ortográfico: Esse pirezinho aí do exemplo... Acho que até eu já usei alguma vez. Escrever errado, mesmo sabendo. Preguiça, talvez? Falta de atenção? Ou a língua se adaptando, quem sabe? Não sei.

  • Gramatical: "Eu vai"... Nossa, que horror! Mas escuto isso todo dia, na rua, no trabalho... Às vezes, penso se o certo não é o que a maioria fala. Meu filho, às vezes, inventa umas construções... É natural, criança, mas dá um nó na cabeça.

  • Semântico: "Saber através de"... Essa é mais sutil, né? É quando o sentido da frase está errado. Tipo, usar uma palavra no lugar da outra. Já vi gente falando coisas tão bizarras, que fico sem palavras. Mas é que, dependendo do contexto, a gente até entende.

É uma linha tênue, né? O que é barbarismo para uns, pode ser apenas variação linguística para outros. Às vezes, fico pensando se a norma culta não é apenas um reflexo do poder, uma forma de exclusão... Deixando essas reflexões para amanhã... Agora, preciso dormir.

O que é cacofonia exemplos engraçados?

Ai, cacofonia... Que coisa chata! Lembro da professora de português, a Dona Elza, falando disso no colégio. Ela odiava! Falava que era falta de criatividade, sabe? Mas tem umas engraçadas, né? Tipo...

  • "A Julia estava aqui perto de mim!" Nossa, essa é clássica! Ainda me lembro da minha amiga Bruna falando isso no recreio, quase morri de rir! Ela ficou vermelha, tipo tomate. Ainda bem que ninguém entendeu nada além da gente.

  • Outra que me vem à cabeça... "Meu pai foi ao banco." Simples, mas funciona! Dependendo do tom, fica hilário. Já pensou? Meu pai, um cara sério, indo ao banco... hahaha.

Mas, sério, cacofonia é complicado. Tem umas que são propositais, em piadas, tipo aquelas "pegadinhas" que os meus primos adoram fazer. E tem as involuntárias, que são as piores! Principalmente em apresentações, imagina. Tipo, um político falando algo importante e... puf... cacofonia. Que mico!

Será que tem um ranking das piores cacofonia? Tipo, um top 10? Acho que eu ia rir bastante. Preciso pesquisar isso! Ah, e preciso lembrar de não usar "Banco do Brasil" na minha próxima apresentação. Nunca mais.

Ontem, estava revisando meu TCC, e quase tive um treco com uma cacofonia que eu coloquei sem querer, na introdução. Que vergonha! Ainda bem que corrigi antes de entregar!

Ah, e falando em TCC, terminei, finalmente! Agora posso relaxar um pouco, acho. Talvez eu assista um filme, ou vá ao shopping. Sei lá! Preciso fazer algo divertido depois de toda essa correria. Mas antes, preciso organizar meus pensamentos. Esqueci totalmente o que ia escrever! Bom, cacofonia... é isso, né? Palavras que soam mal juntas. Simples assim.

O que é solecismo exemplos?

Ah, o solecismo, essa pequena travessura da língua! É tipo usar garfo pra comer sopa: funcional, mas um tanto... fora de lugar. ????

  • O que é?: Um escorregão sintático, um tropeço na gramática que faz a frase cambalear. Imagine a frase como um tango: se a sintaxe erra o passo, o resultado é... interessante.

  • Tipos de desastre:

    • Concordância em crise: "Nós vai". É como convidar todo mundo pra festa, menos o verbo. ????
    • Regência rebelde: "Assisti o filme". O verbo assiste pede passagem, exige o "ao". Que deselegante!
    • Colocação ousada: "Te amo". O correto seria "amo-te", mas quem liga pra formalidade quando o coração dispara? ???? (ok, a norma culta liga).
    • Estrutura capenga: Frases que mais parecem labirintos. Desvende se for capaz! ????
  • Exemplos práticos do caos:

    • "Os livro": Plural que ignora as regras. É como se cada livro resolvesse seguir seu próprio caminho.
    • "Namoro ele faz anos": Um caso de amor mal resolvido com a ordem das palavras.
    • "A gente fomos no cinema": A gente até tenta ser plural, mas a concordância não permite.

É engraçado como a língua portuguesa, com toda sua pompa e circunstância, permite essas licenças poéticas (ou seriam licenças gramaticais?). O importante é não deixar o solecismo virar rotina, né? Afinal, a elegância no falar e no escrever nunca sai de moda. ????