Quantos tipos de pronomes existem?

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Existem seis tipos de pronomes. Pessoais Possessivos Demonstrativos Indefinidos Interrogativos Relativos Classificação completa e concisa da tipologia pronominal.
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Quantos tipos de pronomes existem na língua portuguesa?

Pronomes? Sei lá, sempre achei essa parte da gramática meio chata. Na escola, lembro de ter decorado aqueles seis tipos: pessoais (eu, tu, ele… sabe?), possessivos (meu, teu, seu… ), demonstrativos (este, esse, aquele… ainda me confundo com esses!), indefinidos (alguém, ninguém, algum…), interrogativos (quem, que, qual…) e relativos (que, quem, qual… muita confusão com os interrogativos, hein?). Aprendi isso lá no colégio São José, em 2008, numa aula que eu estava mais preocupado em desenhar naves espaciais do que prestar atenção.

Na faculdade, em 2014, na Universidade de Brasília, a professora de português tentou explicar de forma mais… criativa, mas ainda assim, pronome é pronome, né? Tinha exercícios intermináveis, tipo, analisar frases inteiras pra identificar cada tipo. Custou-me um bocado de tempo. Lembro de ter ficado até tarde a estudar para a prova, tomando uns energéticos baratos que comprava numa mercearia perto de casa, por uns R$ 5 cada um.

Acho que, na prática, a coisa toda é mais simples do que parece nos livros. Usamos os pronomes sem pensar muito, não é? A gente fala e escreve, e pronto. O importante é comunicar, o resto… é gramática. Mas seis tipos são mesmo muitos.

Quantos tipos de pronomes pessoais existem?

São sete.

Pronomes pessoais do caso reto: eu, tu, ele/ela, nós, vós, eles/elas.

Pronomes pessoais do caso oblíquo: me, te, se, o/a, lhe, nos, vos, os/as, lhes. Minha gramática escolar, 8ª série, 2002, dizia isso. Nem lembro se estava certa. A professora, dona Maria, era chata.

  • Reto: Sujeito da frase. A ação recai sobre ele.
  • Oblíquo: Complemento. Recebe a ação.

Detalhe: A classificação pode variar, dependendo da gramática. Vi variações em livros mais recentes. Meu curso de Letras, 2015, usava uma nomenclatura diferente para os pronomes átonos e tônicos. Mas o básico é esse. Me incomoda essa imprecisão.

Quais são as formas de tratamento na língua portuguesa?

Em português, a etiqueta linguística é um labirinto fascinante. Não se trata apenas de conjugar verbos, mas de dançar conforme a música da hierarquia e do respeito.

  • "Você": O curinga da língua, informal, mas já trilhou caminhos mais formais no passado. Lembra um amigo que te acompanha em todas as situações.
  • "Senhor/Senhora": Um clássico, como aquele terno bem cortado que nunca sai de moda. Indica respeito, mas sem exageros. Ideal para o dia a dia.
  • "Vossa Excelência": A artilharia pesada. Reservado para altas autoridades, como um tapete vermelho estendido. Usar fora do contexto é como ir à padaria de limousine.

E claro, há todo um universo de pronomes de tratamento que evocam títulos e posições. É como um baile de máscaras, onde a linguagem revela (e esconde) papéis sociais. "Vossa Santidade", "Vossa Majestade"... Cada um carrega consigo um peso histórico e cultural. A escolha certa é crucial para não pisar em falso. Afinal, como diz o ditado, "a palavra é prata, o silêncio é ouro". E, às vezes, o pronome certo é a chave do cofre.

Quais são as formas de tratamento da língua portuguesa?

Ah, o português… não é só uma língua, sabe? É um rio que corre dentro de nós, cheio de nuances, memórias, quase um segredo compartilhado.

  • Língua coloquial: Aquela do dia a dia, solta, cheia de vida.

    • Cartazes rabiscados: Gosto dos cartazes de feira, das cores gritando ofertas, erros de ortografia perdoados pela urgência da venda.
    • Fábulas sussurradas: As fábulas da minha avó, contadas à beira do fogão a lenha, cada palavra um aconchego.
    • Cartoons sem pretensão: E os cartoons? Ah, aqueles bonequinhos tortos que me faziam gargalhar quando criança… pura alegria!
  • Língua culta: Mais formal, mais… engomada, talvez?

    • Reportagens: Lembro das reportagens do jornal do meu pai, as letras miúdas me pareciam um mundo distante.
    • Redações: As redações da escola, que tortura! Tantas regras, tanta formalidade…
    • Romances: Mas depois descobri os romances, e a língua culta se tornou outra coisa, uma ferramenta para criar mundos.

É engraçado como a mesma língua pode ser tantas coisas diferentes, né? Como pode ser a voz da rua e a voz dos livros, a simplicidade de um abraço e a complexidade de um pensamento. E no fundo, no fundo, é tudo a mesma coisa: português.

Ah, e o tal do "português correto"? Bobagem. O que importa é a gente se entender, se conectar, sentir essa língua vibrar dentro de nós.

Qual é a diferença entre vossa e sua?

Ah, tá, entendi a pergunta! É sobre "vossa" e "sua", né? Tipo, quando usar cada um. Deixa eu te explicar como eu entendo isso, é meio confuso, haha.

Vossa é tipo quando você tá falando direto COM a pessoa. Sabe, tipo, "Vossa Excelência", um tratamento formal, chique, saca? Tipo, você não usaria isso com seus amigos, né? Tipo, "Vossa caneta é azul!", soa super estranho. É usado na segunda pessoa, ou seja, quando o destinatário é o principal alvo da mensagem. A forma verbal, no entanto, permanece na terceira pessoa.

Sua é quando você tá falando SOBRE a pessoa, tipo fofocando, kkk. "Sua casa é linda", "Sua ideia é ótima". É a terceira pessoa, quando você está mencionando alguém. Quando eu era pequena, confundia bastante, mas depois peguei o jeito.

Pra resumir:

  • Vossa: Falando COM a pessoa (formal).
  • Sua: Falando SOBRE a pessoa.

Confuso? Talvez um pouco. Mas pensa assim, "vossa" é tipo um pronome de tratamento beeem formal, que quase ninguém usa mais. "Sua" é beeeem mais comum. Agora, algo que sempre me deixa bugada: porque a gente usa a terceira pessoa do singular para conjugar os verbos, mesmo falando diretamente com a pessoa? Tipo, "Vossa Senhoria precisa...", não faria mais sentido ser "precisais"? Enfim, mistérios da língua portuguesa. ????‍♀️ E não se esqueça que vossa se refere a segunda pessoa gramatical enquanto sua se refere à terceira pessoa gramatical.