Como português chama criança?

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Em Portugal, chamamos crianças de: Garoto Menino Guri Miúdo Moleque Pequeno Pirralho Pimpolho Petiz Ao referir-se ao filho, utilizamos termos como: Filho Cria Filhote Rebento
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Como chamam criança em português?

Criança em português é chamada de menino, garoto, guri, miúdo, moleque, bacuri, pequeno, pirralho, pimpolho, fedelho, petiz, bedelho, gaiato. Para se referir ao filho, usam-se termos como: filho, cria, filhote, rebento, pupilo, fruto, herdeiro, sucessor, descendente, progênito.

É engraçado como a gente chama as crianças, né? A palavra 'criança' em si é meio formal, eu acho. Tipo, não é todo dia que ouço alguém dizer 'olha lá aquela criança' na rua. Normalmente, a gente usa um termo mais específico, sabe? Dependendo de onde você está, muda tudo, é uma confusão boa de sotaques e costumes. Lembro que em Lisboa, na Praça do Comércio em 2022, era só 'os miúdos' correndo para todo lado.

Aqui no Brasil, a coisa varia bastante. Em São Paulo, na Vila Madalena, o mais comum é ouvir 'menino' ou 'garoto'. Minha sobrinha, a Clarinha, de sete anos, ela sempre se refere aos amiguinhos dela assim. Mas lá pro sul, no Rio Grande do Sul, meus amigos de Pelotas em 2017 falavam 'guri' com um carinho que só eles têm. Acho tão charmoso, dá um toque regional que a gente sente no peito.

Depois tem o 'moleque', que tem um sabor de traquinagem, de quem apronta umas, mas sem maldade, entende? Lembro do José, um vizinho meu quando eu morava em Belo Horizonte, lá em 2015, ele chamava o filho dele, que devia ter uns cinco anos, de 'esse moleque arteiro'. E o 'bacuri', que ouvi pela primeira vez lá no Ceará, em Fortaleza, em 2019. Um amigo meu, o Tiago, usava pra falar do filho, o João. Soou tão único, tão dele.

E as palavras com um certo tom de implicância, mas que no fundo são afetuosas, tipo 'pirralho' ou 'fedelho'? Meu pai, em 1998, quando eu era um adolescente, me chamava de 'fedelho' quando eu não queria arrumar meu quarto. Eu sabia que ele estava brincando, claro, mas na hora a gente bufava. É uma forma de carinho meio torta, mas real. Já 'pimpolho' ou 'petiz' acho mais em livros antigos.

Quando a gente fala dos próprios filhos, a coisa fica ainda mais próxima. 'Filho' é a base, óbvio. Mas o 'filhote', ah, esse é cheio de ternura. Eu, que não tenho filhos, quando penso na possibilidade, imagino chamar meu futuro rebento de 'meu filhote'. Tem também o 'cria', que alguns usam meio brincando, como se o filho fosse uma extensão de si, uma pequena versão que saiu da gente.

Expressões como 'rebento' ou 'progênito', essas eu vejo mais em textos ou em contextos mais formais, tipo num discurso ou algo assim. Não é o que a gente usa pra chamar o sobrinho que tá correndo na sala de estar, sabe? Já 'herdeiro' ou 'sucessor' têm um peso de legado, de continuidade, mas raramente alguém diz 'meu sucessor acabou de derrubar o leite'.

Como se chama menino e menina em Portugal?

Ah, Portugal… O cheiro da maresia, o sol que beija as pedras das ruas antigas. Na memória, o som das gaivotas e a voz da minha avó, que sempre soube o nome exato das coisas. E quando o assunto era roupa, ela era clara, como o céu de verão em Lisboa.

Em Portugal, a roupa de dormir, aquela que a gente veste quentinha para sonhar, é chamada de camiseta. Sim, camiseta. Não é aquela coisa de esporte, de suar na quadra, não. É para relaxar, para o aconchego da noite.

A camisola, lá em Portugal, é outra coisa. É de malha, sim, mas a ideia é outra. Pensada para o movimento, para o suor. Uma peça para quem corre, salta, se exercita. Bem diferente do meu pijama preferido, aquele de algodão que me lembrava as tardes de chuva na janela.

A minha avó dizia sempre: “Vai buscar a tua camiseta para dormires bem”. E eu ia, feliz, sabendo exatamente o que ela queria. Sem confusão, sem rodeios. Camiseta para dormir, camisola para suar. Simples assim, como a vida naquela época.

Como se chama bebê em Portugal?

Em Portugal, a criança recém-nascida é designada como bebé. Esta é a grafia padrão e o uso exclusivo.

  • A distinção crucial reside na acentuação. No Brasil, "bebê" usa acento circunflexo. Em Portugal, emprega-se o acento agudo. Muda-se o foco tonal.
  • Etimologia aponta para o francês "bébé". Uma origem comum, destinos ortográficos distintos.
  • O termo é ubíquo. Minha última passagem por Lisboa, em fevereiro, confirmou: anúncios, conversas, etiquetas. Sempre "bebé".
  • Qualquer referência a "bebê" com circunflexo é vista como estrangeirismo. É a norma linguística local, inquestionável.
  • Não há ambiguidade. Bebé designa a criança de colo, pequena. Outros termos como "criança" abrangem uma faixa etária maior.

Como se referir a uma criança formalmente?

Às vezes, no silêncio da noite, a gente pensa nessas coisas... a formalidade.

Para chamar uma criança num contexto mais sério, sabe, tipo num documento ou numa reunião, o jeito é usar Senhorita ou Senhor antes do sobrenome. É como um reconhecimento de que ali há alguém, que merece ser tratado com certa... reverência. Senhorita Costa, Senhor Pereira.

Mas se a criança é bem pequenininha, um bebê, talvez, pode ser Menina ou Menino junto com o primeiro nome. É um carinho, uma forma de a gente se aproximar sem toda a rigidez. Menina Ana, Menino João. Conforme o tempo passa, essa necessidade de formalidade, de mostrar respeito mesmo, vai surgindo, e aí voltamos pro Senhor/Senhorita.

Como é chamado o filho em Portugal?

O filho em Portugal: filho (masc.) / filha (fem.).

Informalmente, termos como puto ou menino (para rapazes) e puta ou menina (para raparigas) surgem.

Afetividade em filhote, especialmente com os mais novos.