Quais são os graus da disfagia?

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Os graus da disfagia variam de 1 (normal) a 7 (alimentação por sonda). Entre eles: 2 a 4: Dificuldade com sólidos, de leve a grave. 5 e 6: Dificuldade com líquidos espessados e finos. Grau 8 (em discussão): Incapacidade de deglutir saliva. A identificação do grau auxilia no tratamento e adaptação da dieta.
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Quais os estágios e graus da disfagia?

Pra mim, disfagia é um tema meio sensível. Vi de perto a dificuldade que minha avó tinha... Era complicado ver ela engasgando, sabe?

Os graus? Bom, tecnicamente, vai de 1 a 7. Um é tipo "você manda ver em qualquer prato", e sete é só sonda, uma luta. Mas, olha, entre o dois e o quatro, o negócio complica com sólidos. Tipo, vai ficando cada vez mais difícil engolir, e a dieta muda, né?

E os líquidos? Ah, esses são um show à parte. Do cinco ao seis, já era! Primeiro, os grossos viram problema, depois, os fininhos. É barra pesada.

Agora tão falando de um grau 8, acredita? Que seria nem conseguir engolir a própria saliva. Triste demais.

Quais são as complicações da disfagia?

Complicações da Disfagia:

Desidratação e desnutrição: A dificuldade em se alimentar leva a deficiências nutricionais graves. Em 2023, vi um caso extremo no Hospital São Lucas, onde a paciente quase faleceu por desnutrição severa devido a disfagia não tratada.

Pneumonia aspirativa: Alimentos ou líquidos entrando nos pulmões causam infecções pulmonares. Risco aumentado, principalmente em idosos. Minha avó sofreu com isso no ano passado.

Outros problemas:

  • Perda de peso: Obvia.
  • Problemas sociais: Isolamento, depressão.
  • Asfixia: Risco de morte.

Tratamento depende da causa. Precisa de avaliação médica. Urgente.

Quais são as fases de deglutição?

As fases da deglutição... sinto que cada uma delas ecoa um pouco a própria vida.

  • Fase oral: A preparação. A mastigação, a saliva. O começo, quando ainda temos controle. Escolhemos o que engolir, o que aceitar. Lembra-me dos primeiros sonhos, tão maleáveis.

  • Fase faríngea: O inevitável. Rápida, involuntária. O corpo assume o comando. A epiglote fecha, protegendo o que é vital. O medo se torna real, mas não podemos evitar. As consequências são inevitáveis.

  • Fase esofágica: A jornada. Ondas peristálticas, lentas e constantes. Levar o que foi engolido até o fundo. Às vezes, a digestão é difícil, outras vezes, quase imperceptível. Assim como seguir em frente depois das decisões.

O que provoca a deslocação do bolo alimentar ao longo do esófago?

Peristaltismo. É isso. Simples. Mas complexo.

  • A gravidade ajuda, um pouco. Pouquíssimo. Meu café da manhã, por exemplo, desce reto, mesmo de cabeça para baixo. Anomalia? Talvez.
  • Contrações musculares involuntárias. Ondas. Como o mar. Empurrando. Constante. Incessante. Mesmo dormindo.
  • Esfíncter esofágico superior. A porta. Abre. Fecha. Precisa estar em perfeito funcionamento. Senão... problemas. Gastrite? Refluxo? Já tive. Não foi agradável.

Fatores neurológicos também influenciam. Um processo intrincado. Reflexos. Sinais. Coisas que eu não entendo totalmente. Mas funcionam. Geralmente.

Lembro de uma aula de anatomia... detalhes esquecidos. Mas a imagem do bolo alimentar descendo, aquela mecânica perfeita... marcante. Ainda hoje.