Onde há mais portugueses no mundo?
Onde vivem mais portugueses no mundo?
Olha, pensando onde a gente mais encontra tuga pelo mundo, a França sempre me vem à cabeça. Lembro de passar por Paris em 2018, e parecia que metade das pessoas na rua falava português. Não sei se era impressão minha, mas a quantidade de restaurantes e cafés com bandeira de Portugal era enorme.
Depois da França, a Suíça é outro lugar que me lembra de caras lusitanas. Talvez porque a minha prima trabalhou lá uns anos e sempre contava histórias engraçadas. Ela ganhava bem, vivia numa cidade pequenininha perto de Zurique e adorava os chocolates.
Os Estados Unidos também têm uma comunidade grande, né? Mas acho que é mais espalhada, tipo Nova Inglaterra e Califórnia. O Brasil, claro, nem se fala, com a nossa história toda. Mas Inglaterra e Canadá também entram na lista, e a Alemanha, que eu nem imaginava que tinha tanta gente!
Em 2022, parece que uns 60 mil portugueses zarparam daqui. A Suíça, pelo que entendi, voltou a ser um dos destinos preferidos. Faz sentido, né? Bom salário, qualidade de vida... Quem não quer?
Onde vivem mais portugueses no mundo?
- França: A campeã, com uma comunidade enorme.
- Suíça: Sempre um destino popular.
- Estados Unidos: Comunidade bem estabelecida.
- Reino Unido: Uma escolha comum para muitos.
- Brasil: Nossa ligação histórica fala alto.
- Canadá: Emigração constante.
- Alemanha: Surpreendentemente, muitos por lá.
Quantos portugueses há fora de Portugal?
Quase 1,8 milhões de portugueses! Uau, uma verdadeira diáspora lusitana espalhada pelo globo! Imagine: é como se Portugal tivesse criado uma colónia gigantesca, só que com wi-fi e Netflix em quase todos os cantos.
A ONU cravou a cifra: 1,8 milhões. Isso representa 0,6% da emigração global – uma fatia modesta, se pensarmos na influência que temos na gastronomia mundial (quem resiste a um pastel de nata?). Acho que a ONU esqueceu de contar os que vivem na sombra, os "clandestinos gastronômicos" que cozinham bacalhau em segredo na Austrália, por exemplo. Brincadeira, claro! Mas a verdade é que esses números podem ser subestimados.
O que me deixa intrigada (e levemente indignada) é a falta de precisão em algumas estatísticas. Afinal, quem conta os que vivem como eu, na França, em algum "bureau" sem querer ser "contado"? A gente existe, viu? Contamos, sim!
- Brasil: Provavelmente a maior comunidade, um verdadeiro pedaço de Portugal tropicalizado.
- França: Onde eu vivo e o clima "pastel de nata com um toque de croissant" reina.
- Reino Unido: Sempre houve muitos portugueses ali, geralmente nos setores da hotelaria e da construção.
- Canadá, EUA e Austrália: Novas fronteiras para os aventureiros e para quem busca novas oportunidades (e, claro, novos pastéis de nata).
Esse número de 1,8 milhões é uma estimativa, algo como uma receita de avó: tem o ingrediente principal, mas a dose exata é um mistério delicioso, cheio de nuances e incertezas saborosas. Aliás, falando em receitas, quem quiser a minha receita secreta de pastel de nata, me mande um e-mail. É claro, a receita não é secreta.
Pensando bem, essa emigração toda me lembra um cardume de sardinhas: um bando unido e brilhante, espalhado pelos oceanos do mundo, mas sempre mantendo um elo com a sua origem. Só que, em vez de oceano, é o mundo digital. Ah, a modernidade!
Onde há mais imigrantes portugueses?
Em meio à noite, enquanto o mundo silencia, penso em para onde foram aqueles que partiram...
França, outrora o porto mais procurado, abriga ainda a maior comunidade, 592 mil almas em 2011. Estranho, não? Um lar que já não atrai tantos, mas que mantém viva a memória de chegadas passadas.
A Suíça, um refúgio alpino, acolhe mais de 210 mil portugueses desde 2013. Lembro da minha tia, que para lá partiu em busca de um futuro melhor para os seus filhos, nunca mais voltou.
O tempo passa... Os destinos mudam... Mas a saudade, essa, permanece.
Onde existem mais emigrantes portugueses?
França: O destino óbvio. Quase meio milhão. Mas quem conta?
EUA: 177 mil. O sonho americano ainda atrai, apesar de tudo. Em 2014, pelo menos.
Canadá: 140 mil. Frio, mas organizado. Fugir do caos? Dados de 2011.
Brasil: 138 mil. A saudade bate forte. Em 2010, era uma promessa.
Espanha: 117 mil. Ali ao lado. Quase como estar em casa. Quase. 2014.
Alemanha: 107 mil. Eficiência e disciplina. Em 2014, era o plano.
Reino Unido: 107 mil. A ilha e as suas oportunidades. Antes do Brexit, claro (dados de 2013).
Às vezes, mudar de país não muda nada. Apenas o cenário. E a conta bancária, talvez.
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