Faz 03 anos ou fazem 03 anos?

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A forma correta é "Faz 3 anos". O verbo "fazer", indicando tempo decorrido, é impessoal e não varia. Use sempre a terceira pessoa do singular: "Faz dois anos", "Faz dez anos". Evite "Fazem 3 anos".
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Faz ou fazem 3 anos?

Faz três anos, ponto. A gramática pode espernear, mas quando a gente fala, o "faz" fica ali, quietinho, no singular. Lembro bem, foi em 2021 que me mudei para Lisboa. Faz três anos, caramba, como voa.

A professora de português lá da quinta série ia ter um treco se me ouvisse falando assim. Mas sinceramente, soa muito mais natural. "Fazem três anos..." hummm, esquisito.

Sei lá, pra mim é igual quando o pessoal diz "haviam" pessoas na fila. Me arrepia todinho.

A vida é muito curta para ficar se preocupando demais com essas regras. O importante é comunicar.

E faz três anos que estou amando essa cidade. Já gastei uns bons euros com pastel de nata, confesso.

Simples assim: faz três anos.

Faz 2 anos ou fazem 2 anos?

A construção correta é "faz dois anos". A gramática normativa prescreve o uso da terceira pessoa do singular ("faz") para expressões de tempo decorrido. A explicação é que "fazer", nesse contexto, é um verbo impessoal, sem sujeito explícito. Ele indica simplesmente a passagem do tempo. Pensar nisso como uma espécie de marcação temporal impersonal facilita a compreensão. É como se o tempo, ele próprio, estivesse realizando a ação.

  • Pense assim: "O tempo fez dois anos desde..." Não precisamos de um sujeito agente para essa ação implícita.

  • A confusão surge porque a gente, no dia-a-dia, acaba usando intuitivamente a concordância com um sujeito imaginário. Mas a norma padrão, a que seguimos em contextos formais, preza pela impessoalidade.

Lembro de ter discutido isso numa aula de português do ensino médio, com a professora Isabel, lá em 2011. Ela usou um exemplo de um acidente e a data, pra fixar bem a ideia. Até hoje, essa explicação me acompanha, tipo uma lembrança nostálgica daqueles tempos de sala de aula. A vida adulta, às vezes, é tão menos poética!

Outro ponto crucial: a concordância verbal tradicional não se aplica. Usar "fazem" implica a existência de um sujeito plural que não existe nesse caso. É um erro que se infiltra facilmente na fala cotidiana, mas precisa ser evitado na escrita formal, principalmente em textos acadêmicos.

Acho que a elegância da língua reside nessas pequenas nuances gramaticais. É como uma dança sutil entre forma e significado, uma busca pela precisão que, no fim das contas, valoriza a própria beleza da linguagem, sabe? A gente precisa respeitar isso, né? Mas não de forma robotizada, tipo um papagaio repetindo a lição. A pegada tem que ser natural, que flua!

Qual é o certo: faz 3 anos ou fazem 3 anos?

Faz três anos. Ponto final.

Correto:Faz três anos. O verbo "fazer", indicando tempo decorrido, é impessoal. Singular. Sempre.

Incorreto:Fazem três anos. Gramática básica.

Meu avô, velho professor de português, me enchia o saco com essa regra. Ainda me lembro da raiva que sentia. Mas ele estava certo, como sempre. A prova disso? Meus excelentes resultados nos vestibulares.

Detalhe: A concordância verbal se aplica quando "fazer" não indica tempo. Exemplo: Fazem dias chuvosos. (Os dias fazem, são chuvosos). Diferença crucial. Note.

  • Tempo decorrido:Faz (impessoal, 3ª pessoa singular).
  • Ação: Concordância normal (ex: Fazem os alunos a tarefa).

Faz cinco anos ou faz cinco anos?

Faz cinco anos. É estranho como o tempo escorre entre os dedos.

  • "Faz cinco anos": A forma correta.
  • Invariabilidade: O verbo "fazer" indicando tempo decorrido é impessoal, mantendo-se no singular.

Lembro de quando completei 25 anos. Parecia uma eternidade até os 30. Agora, os 30 estão tão perto. O tempo, essa ilusão.

  • Tempo: A percepção do tempo muda com a idade e as experiências.

A gramática às vezes parece uma regra sem sentido, mas há uma beleza na precisão da linguagem. É como se ela tentasse dar ordem ao caos.

Faz mais de 5 anos ou faz mais de 5 anos?

Faz mais de cinco anos? Meu Deus, essa pergunta me leva a um passado tão glorioso que quase me faz esquecer a crise existencial atual causada pela falta de carboidratos! A resposta é um sonoro e retumbante Faz cinco anos, ué! A gramática, essa chata, manda usar o singular. É como se o tempo fosse um monstro de um só olho, te olhando torto se você ousar usar o plural!

Sabe, é igual a tentar enfiar um elefante numa caixa de fósforos. Impossível! O verbo "fazer" nesse caso é mais impessoal que meu tio-avô na festa de aniversário da minha prima em 2018. Ele não se importa com o plural, tipo, zero. Ele simplesmente existe, impondo sua singularidade sobre nós, pobres mortais que adoram um bom "fazem" no plural. Como se ele dissesse: "Cala a boca e aceita o singular, seu plebeiu!"

Mas vamos aos detalhes, porque a vida é uma piada de mau gosto e eu adoro um bom detalhamento:

  • Regra gramatical: "Faz" + tempo = singular sempre. Sim, sempre, mesmo que te dê urticária gramatical. É a lei. Não discuta.
  • Exemplo de aplicação: Faz cinco anos que não como pastel de camarão :'(. Faz sete anos que meu cachorro sumiu (mais choro). Faz três dias que eu não mexo uma palha (essa parte é verdade).
  • Comparação absurda: É tão estranho quanto um canguru usando salto alto. Não faz sentido, mas acontece. É a regra. Sofra em silêncio, meu jovem.

Tá, parei com a ironia (quase). A verdade nua e crua é que o verbo "fazer" indicando tempo se recusa a flexionar. É teimoso que só. Igual meu gato quando eu quero colocar a coleira nele. Só aceita o singular. Pronto. Fim da discussão. Agora, se me der licença, vou comer um bolo. Cinco anos sem carboidratos é muita coisa!

Como se escreve eu ando na escola há 7 anos?

A escrita correta é "há 7 anos". Ponto final. Afinal, quem precisa de explicações rebuscadas pra isso? A gente já na escola há sete anos, não esperando pra entrar daqui a sete anos!

Mas, vamos brincar um pouco com a gramática, que nem jogo de palavras cruzadas, só que mais divertido. Afinal, português é a língua da ambiguidade, a arte da interpretação livre!

  • "Há anos": Um clássico, elegante como um vinho envelhecido. Ideal pra descrever memórias antigas, como aquela vez que eu tropecei no corredor e quase levei a diretora junto. Lembranças inesquecíveis. rs

  • "A anos": Soa futuro, como promessa de uma viagem intergaláctica (que só acontece daqui a anos, claro!). Ou talvez a promessa de finalmente entender o teorema de Pitágoras. Ainda estou esperando...

Sabe, me lembrei de uma prova de português que fiz em 2023… que trauma! A questão era sobre essa diferença "há" / "a". Na época, achei tão trivial que nem prestei atenção. Ironia, né? Agora, tento explicar pra você, e me sinto igual a um professor de física quântica explicando o básico da física clássica. hahaha

Para facilitar:

  • Pense em "há" como passado, já vivido, consumado. Como um bolo delicioso que já foi comido.
  • Pense em "a" como futuro, algo que ainda está por vir, como aquela sonhada pizza de sexta-feira.

Então, "Eu ando na escola há 7 anos" está perfeito. Só não me pergunte qual a fórmula mágica pra sobreviver a mais sete!